21 de jul. de 2010

Direitos sociais? Pra quê?


A comunidade cigana de Beja decidiu revoltar-se contra a exclusão social a que está sujeita desde 2006, quando foi construído em redor do bairro onde habitavam um muro a separa-los dos restantes moradores. Fizeram então uma queixa contra Portugal e conta ate que vão fazer revoluções contra a discriminação
A questão é esta, em todas as cidades existem comunidades ciganas que são desprezadas pelos restantes habitantes, estes revoltam-se, sentem-se excluídos quando são eles os primeiros a excluir-se. Todos conhecemos os seus comportamentos criminosos, as suas características de inserção social negativas, a sua pouca vontade de se acostumar aos costumes e tradições portuguesas. Poucos pagam os respectivos impostos, poucos têm respeito pelas nossas tradições, poucos seguem as regras de respeito pelo "vizinho" e depois querem respeito pela comunidade cigana?
Geralmente, para que abandonem os terrenos alheios as câmaras municipais oferecem-lhes casas para que eles e os seus 10 filhos possam viver, muitas dessas casas têm melhores condições do que aquelas compradas pelas pessoas que passam o dia a trabalhar e que mal tem dinheiro para sustentar o seu normal agregado familiar. Recebem dinheiro por cada filho que nasce, ou seja, gera um descontrolo dos números da natalidade.
Depois muitos de nós já fomos abordados por um destes membros que nos tentam convencer a comprar um qualquer Gadjet topo de gama, que se pavoneiam com os seus Mercedes ultimo modelo.
Querem ser ouvidos? Querem ter direitos? Tentem falar, acostumem-se as nossas regras e costumes. Alguma vez esta gente chega a lado algum? Todos sabemos que a forma a que recorrem para compor as coisas (para o lado deles) é através da violência explícita e ninguém tem mão, a polícia tem medo e as câmaras nem metem o bedelho.
Agradeçam as câmaras e as seguranças sociais deste pais, que lhes dão todas as condições para que possam viver nestes pais de Reis, não trabalham, não descontam, que vida e que querem mais?

Notícia retirada do Jornal Público

11 de jul. de 2010

os Pearl Jam e 45 mil pessoas!


Ainda estou alive! meus amigos, quero congratular não só o Eddie Vedder e os Pearl Jam como
também o povo que se reuniu numa multidão até a linha dos 5 Horizontes para assistir àquele que foi para mim o melhor concerto de sempre.

Ok, sou suspeita para falar, os Pearl Jam fazem parte daquilo que eu ouço à muito tempo, e adoro. Felizmente, e ao contrário do que estava à espera, não estava assim tanta gente que só conhecia o Better Man e Pearl Jam por causa do Ídolos. O povo fez-se ouvir numa única voz em quase todas as canções.

O concerto abriu com Release, para mim, as lágrimas foram impossíveis de controlar, o Eddie, ali, a uns metros de mim, durante momentos fiquei paralisada, a olhar para aquela figura, não conseguia cantar, não conseguia reagir. Só queria desfrutar o facto de estar ali perto de um homem que venero que me faz ouvir boa música à vários anos.

A certa altura do concerto, Eddie pegou numa folha e começou a ler as palavras que tinha escrito em Português: " "Obrigado por virem ao nosso último show. Não último de sempre, mas último em muito tempo", o público mostrou a tristeza, e Eddie correspondeu com um : "Não, é uma coisa boa! Mas mais vale divertirmo-nos, pois não sabemos quando vamos voltar".

Fiquei realmente satisfeita, o alinhamento era PERFEITO, todas musicas que adoro, que queria ouvir naquele dia. Enquanto passava a minha discografia de ponta a ponta para não me falhar nenhuma musica, ia dizendo : "quero ouvir esta, quero ouvir aquela " e lá estavam elas : Alive, Yellow Ledbetter, The End, Wishlist, Nothingman, Once, Even Flow entre outras, muitas outras!

O alinhamento surpreendeu, Eddie trouxe-nos uma música intitulada "Portugal" que deixou todos em eufuria. Como todos sabem as Tours dos Pearl Jam tem sempre um importante ponto de passagem em Portugal, ou começam ou acabam aqui, espero que a próxima comece por terras Lusitanas porque eu vou lá estar e não quero esperar muito mais.

Ainda estou em extasia, e vou recordar este dia por muito tempo, foi um dia muito importante da minha vida e por pensar nisso sinto uma lágrima de saudade pela noite de ontem, nem o facto de ter 45 mil pessoas a esmagar-me e quase não ter ar me tira a nostalgia.

Once upon a time eu vi os Pearl Jam a rebentarem com o Optimus Alive.

P.s : Fiz vídeos do concerto quase todo é pena é a imagem estar aos saltos!

Alinhamento do concerto:

1. Release
2. Elderly Woman Behind The Counter In A Small Town
3. Animal
4. Given To Fly
5. In Hiding
6. Unthought Known
7. Nothingman
8. Daughter
9. Even Flow
10. Just Breathe
11. Wishlist
12. Black
13. Glorified G
14. Why Go
15. The End
16. Portugal
17. Public Image
18. The Fixer
19. Wasted Reprise
20. Better Man
21. Smile
22. Once
23. Alive
24. Yellow Ledbetter



9 de jul. de 2010

Mundanimal no Mundial

Depois de Paul, o Polvo, eis que chega finalmente à imprensa mundial: Mani, a concorrência desleal.
Depois de Paul ter acertado em todos os vencedores dos últimos jogos do Mundial, apontando ele próprio para a vitória espanhola no Mundial, fez-se de repente e sem se estar a espera uma nova presença no mundo do oculto animal: um periquito verde, amarelo, cor-de-laranja, azul e mais não sei o que, que faz prever que será a laranja mecânica a vencer o Mundial. Isto claro que veio abalar as previsões do nosso amigo Paul, que até aqui era a estrela.
Conto-vos então a história: estava o Mani no seu poleiro e a sua frente dois cartões, um com a bandeira Espanhola e outro com a bandeira Holandesa, escolhendo a ultima. Isto é um sinal meus amigos, um sinal que os jornais aproveitam toda a mer#% para escrever, mesmo que não faça sentido, e que só me faz perder a vontade de ler certos jornais que dantes eram jornais e agora são o 24 Horas.
E quem acredita nisto, nem vou dizer o que é, para não ferir susceptibilidades de algum leitor que seja atrasado mental ou primo da Maia. Ups, já disse.

3 de jul. de 2010

German Faces by Collier Schorr


Collier Schorr, uma artista norte Americana, passou as suas duas décadas centrada numa pequena cidade na Alemanha, Schwäbisch Gmünd, retratando o lugar, sob a forma de imagens de grande rigor visual por diferentes assuntos.
A natureza Morta, retratos de pessoas e objectos, em qualquer dos casos assuntos que dão a perceber até que ponto a representação dos lugares não nos proporciona apenas uma consciência do espaço visível, porque os lugares estão enredados em ressonâncias temporais, são depósitos de memórias e de derivações simbólicas, que nos conectam a acontecimentos reais e imaginários, e que articulam o passado com temas significantes da actualidade.
Nesta exposição, Collier, apresenta-nos temas como a memória, guerra, nacionalismo, emigração, reconstrução social e a homossexualidade.
Um dos pontos essências que nos tenta passar esta exposição é o pós-guerra na pequena cidade e a forma como ficou presa nas historias do passado.
Uma exposição a não perder no Museu Colecção Berardo até 15 de Agosto, mais uma cooperação entre o PhotoEspanã2010 - XIII Festival Internacional de Fotografia e Artes Visuais (a maior exposição de fotografia em terreno Europeu) e o Museu Colecção Berado).